Com a chegada do verão e das férias aumenta o transito de pessoas entre cidades e estados, propagando assim as chamadas viroses de verão, que já se manifestaram no litoral Norte e interior de São Paulo e no Rio de Janeiro.
No Guarujá a Sabesp garante que a contaminação não se deu pela água tratada e em Ubatuba as autoridades acreditam que o vírus esteja no ar. No interior de São Paulo também houve aparecimento de casos, o que prova que não se trata de uma doença “exclusiva da praia”. Como não se sabe ao certo de onde vem o vírus, o melhor a fazer é se prevenir.
Beba somente água filtrada e fervida ou mineral, evite consumir gelo fora de casa e só coma alimentos de boa procedência. Raspadinha na praia é uma delícia, mas acho que todos lá de casa contraímos a virose assim. Na dúvida evite, evite, evite.
Independente do vírus, os sintomas mais comuns são: diarréia, náuseas, vômito, dor de barriga, dor de cabeça e febre.
Se surgirem os sintomas prepare o soro caseiro para evitar desidratação (talvez a pior conseqüência da virose), tome um antitérmico e procure um médico ou posto de saúde para certificar-se de que se trata realmente de virose e não de intoxicação alimentar (que requer cuidados médicos imediatos por ser mais grave).
Para fazer o soro caseiro siga as recomendações abaixo:
1. Misture em um litro de água mineral, filtrada ou fervida (mas já fria) com uma colher (do tipo de cafezinho) de sal e uma colher (do tipo de sopa) de açúcar.
2. Mexa bem e dê à criança em pequenas colheradas.
3. Um erro nas medidas pode provocar convulsão em uma criança desidratada. Assim, para evitar erros, pegue uma colher-medida nos postos de saúde de governo. Em um copo com água filtrada coloque uma medida rasa de açúcar (do lado maior da colher) e uma medida rasa de sal (do outro lado da colher).
4. O soro caseiro é usado para combater a desidratação em casos de intoxicação alimentar, insolação ou diarréia ou vômitos.
Outras recomendações médicas e de autoridades é a ingestão de muito líquido (água, sucos, água de côco), uso de protetor solar nos fatores adequados a cada tipo de pele, evitar o sol nos horários de pico das 10:00 às 15:00h, evitar aglomerações, evitar alimentos e bebidas de procedência duvidosa e lavar bem as mãos (básico sempre – evita várias doenças).
Alguns petiscos de praia até são preparados com critérios de higiene, mas transportados sob o sol sem refrigeração, por isso cuidado com alimentos expostos, pois podem causar intoxicação alimentar.
Última recomendação para quem vai à praia. Criança e mar, rio ou piscina podem ser uma combinação perigosa. Nunca deixe seu filho menor de 10 anos (por causa do tamanho e peso) sem supervisão. Evite mais uma dor de cabeça. O mar e os rios sofrem influências dos ventos e das correntes “arrastando” as pessoas para áreas mais fundas sem que elas percebam e se não dá pé para um adulto imagine para uma criança.
Depois de todos os cuidados é só se divertir !!!!!!!!